Brasil está empenhado no combate à corrupção, diz ministro suíço...
Foragido, Dr. Bumbum é preso no Rio de Janeiro
Conhecido como “Doutor Bumbum”, o médico Denis Cesar Barros foi preso após ser localizado pela Polícia Militar (PM) em um centro empresarial na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foragido desde domingo, quando a bancária Lilian Calixto morreu em decorrência de uma aplicação estética feita na residência de Denis, também na Barra, ele era procurado com oferta de R$ 1 milão de recompensa para quem soubesse informações de seu paradeiro. Por meio de nota, a PM afirmou ter sido informada da localização dos dois por meio do Disque-Denúncia. Denis e a mãe, Maria de Fátima Barros Furtado, foram encaminhados ao 16º Distrito Policial da Barra. A polícia negociava a entrega da dupla com os advogados de defesa. O médico realizava aplicaçōes de silicone nas nádegas de suas pacientes com a ajuda da mãe. Ele atendia sempre em sua residência e possuía registro profissional apenas em Goiás e em Brasília, o que o impede de atuar profissionalmente no Rio por falta de autorização do Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro)
Tribunal revê decisão de Moro e condena esposa de Cunha por evasão de divisas
O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) condenou a jornalista Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado Eduardo Cunha, a dois anos e seis meses de prisão por evasão de divisas. A pena foi estipulada em julgamento. A corte reviu decisão do juiz Sergio Moro de maio de 2017, quando Cláudia Cruz foi absolvida dos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em ação na qual foi acusada de ter se beneficiado de propina desviada da Petrobras para seu marido. De acordo com a Procuradoria, os valores ilegais teriam sido gastos a partir de uma conta na Suíça, no nome da jornalista. O dinheiro teria comprado bolsas de luxo, roupas de grife e aulas de tênis no exterior. Segundo a acusação, os valores seriam parte de propina de US$ 1,5 milhão (R$ 5,75 milhões) paga a Cunha para viabilizar a compra pela Petrobras de um bloco para exploração de petróleo na costa do Benin, na África, em 2011. Em sua decisão, Moro entendeu que faltou materialidade à acusação, que não teria conseguido demonstrar o rastro do dinheiro até a conta da jornalista. De acordo com o magistrado, também faltou demonstrar o dolo de Cláudia Cruz, que afirmou que o marido era o responsável pela gestão financeira da família e que não suspeitava que o dinheiro pudesse vir de corrupção.
Câmara do Rio discute dois pedidos de impeachment de Marcelo Crivella
A sessão extraordinária interrompe o recesso parlamentar que só acabaria no final do mês. Acusado de oferecer privilégios para evangélicos, o prefeito também é alvo de uma ação do Ministério Público por improbidade administrativa.
 
Médico no exterior e ambulância aérea: conheça o generoso plano de saúde vitalício dos Senadores
O plano de saúde do Senado Federal é generoso e para toda a vida. No ano passado, gastou R$ 1,9 milhão com a assistência a 154 ex-senadores e seus cônjuges. Foram gastos mais R$ 8,3 milhões com o atendimento a 86 senadores, incluindo suplentes no exercício do mandato, e seus dependentes – uma média de R$ 97 mil por parlamentar ao ano. O plano prevê remoções aéreas, tratamento no exterior e atendimento no país com profissionais e hospitais de livre escolha do parlamentar, com ressarcimento posterior – tudo pago pelo contribuinte ( O Povo Brasileiro)
Processo de cassação contra Nelson Meurer é aberto na Câmara Federal
O Conselho de Ética da Câmara Federal instaurou o processo disciplinar para discutir a cassação do mandato do deputado Nelson Meurer (PP-PR), primeiro parlamentar investigado na Operação Lava Jato a ser condenado no Supremo Tribunal Federal (STF). Nelson Meurer foi condenado em maio deste ano a 13 anos de prisão em regime fechado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O parlamentar é acusado de ter recebido propina de R$ 29 milhões no esquema de corrupção da Petrobras. O pedido de cassação na Câmara foi feito pela REDE e pelo PSOL. Para os partidos, a condenação demonstra que houve a quebra do decoro parlamentar. O processo contra Meurer começa às vésperas do recesso parlamentar de julho. Em ano eleitoral, a tendência é de dificuldades de se obter quórum na Câmara, o que pode ter impacto nas investigações. Se não houver nenhuma decisão em relação ao caso até dezembro, o processo deverá ser arquivado no fim de janeiro, já que a legislatura será encerrada.
 
 
 
Fone:
E-mail:
jornalgazetadopovo@gmail.com
Chat:
Atendimento On-line
 
 
Jornal Gazeta do Povo​. com.br  
Sobre
Mais
- 2018..
JornalGazetadoPovo.com.br - Todos os direitos reservados.